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Endopat

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Como se realiza o teste? Dois pequenos bio-sensores são colocados em ambos os dedos indicadores, de modo a monitorizar a função das artérias. De seguida, é colocada num dos braços uma «braçadeira» para medir a pressão arterial. Esta «braçadeira» será insuflada durante o teste, por um período de 5 minutos, de modo a parar o fluxo de sangue para o braço. Este é o procedimento padrão que testa o endotélio de uma forma não-invasiva.

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A determinação RH-PAT (tónus arterial periférico na hiperémia reactiva), exame não invasivo e não doloroso que consiste em colocar dedeiras em ambos os indicadores e avaliar a variabilidade da pulsatilidade das artérias digitais e portanto a sua elasticidade. Este exame revela-se hoje como o melhor despiste  da disfunção do endotélio (camada de células que reveste o interior das estruturas vasculares). 

Em Portugal estão ainda poucos equipamentos comercializados, que permitem esta avaliação. Como  a modernidade é a nossa orientação, temos hoje hipótese nesta clínica de avaliar  o índice de risco de arteroesclerose em pacientes fumadores, com doença cardio-vascular, dislipidémias (gorduras), diabetes e hipertensos e com disfunção eréctil.

A avaliação do tónus das artérias periféricas estudando a amplitude da pulsação digital revelou-se fundamental, como indicador da função do endotélio, ou seja da libertação do óxido nítrico (NO) e portanto avaliação da evolução desta função.

Múltiplos trabalhos  referem que o ENDOPAT, é uma técnica não invasiva para detecção da disfunção do endotélio nos adultos em risco de arteroesclerose.

Alto risco com RHI  (índice de hiprrémia reactivo) abaixo de 1.7, risco entre 2.1 a 1.7. Baixo risco valores superiores a 2.1 resposta plena  a valores superiores  a 2.3.  

 

Lembre-se: A prevenção é o melhor tratamento !!

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